quinta-feira, 4 de março de 2010

Cotas Raciais - "Negro rico no Brasil vira branco!"


No dia 28 de Junho de 2007, a Suprema Corte dos EUA declarou que o sistema de cotas em escolas era inconstitucional.
O sistema de cotas surgiu nos Estados Unidos, mas após 50 anos chegou-se a conclusão que ele só estava aumentando a discriminação racial e a desigualdade republicana.

E no Brasil?

O Brasil, como sempre, segue no sentido contrário, parece que não conseguimos aprender com o erro alheio!

O Sistema de cotas é uma espécie de compensação que o Estado oferece à raça negra.
Esta compensação reserva vagas em concursos públicos para empregos, preenchimento de cargos para estudo em faculdades públicas.

Para ser beneficiado com o sistema de cotas, o aluno deve se declarar como negro ou pardo e provar através de fotos anexadas à matrícula. Este benefício foi adotado primeiramente no Rio de Janeiro após a promulgação da Lei nº 3.708, de 09 de novembro de 2001. 


No ano de 2007, quando os EUA acordaram, O Brasil presenciou um caso na Universidade de Brasília, que reacendeu a polêmica, pois dois gêmeos univitelinos foram classificados como sendo de "raças" diferentes.
De lá para cá a coisa só piorou!

A polêmica ganhou corpo e voz nos últimos anos, através da advogada Roberta Fragoso Kaufmann, uma loira de olhos claros, que se tornou alvo de constantes protestos do movimento negro em Brasília. 


Ela é uma das vozes mais agudas contra as cotas raciais. A advogada decidiu enfrentar o que chama de tentativa de segregação racial há quase dez anos, quando escolheu o tema de sua dissertação de mestrado, que foi aprovada em 2003 pela  UnB e acabou se transformando em um livro “Ações afirmativas à brasileira: necessidade ou mito?”. Ao final da defesa da dissertação, durante a qual foi insistentemente vaiada, seu carro estava pichado: “O mérito é burrice. E você é a maior prova disso”. O “mérito” se referia ao fato de que Roberta foi aprovada no concurso para fazer mestrado na UnB em primeiro lugar.
A animosidade em relação a Roberta foi o estopim para que ela entrasse com a ação no Supremo pedindo a suspensão do vestibular da UnB, em julho passado.

O caso foi parar no Supremo Tribunal federal, onde na manhã desta quarta-feira, durante quatro horas, especialistas, gestores, advogados e professores manifestaram argumentos favoráveis e contrários às cotas raciais adotadas por universidades brasileiras.

Para a advogada, o modelo brasileiro deveria incluir cotas sociais, com cortes por faixa de renda familiar e com reserva de vagas para alunos egressos de escolas públicas. Dessa forma, sustenta, as ações atenderiam à maioria da população negra, que é pobre, mas não excluiria os pobres de pele clara.

Roberta Kaufmann advoga que os brasileiros negros não chegam à universidade porque não puderam pagar boas escolas. Logo, não conseguem se qualificar para ser aprovados. E isso mostraria que, no Brasil, a desigualdade decorre por questões financeiras e sociais, não por conta da cor da pele, sustenta.

"Negro rico no Brasil vira branco!" afirma a advogada...

E quem pode questionar essa verdade sem ser hipócrita?

As cotas não deveriam se basear no critério de raça e sim no critério de oportunidade!


 Eu já me vejo em um futuro não muito remoto diante de um consultório  vazio de um médico negro, enquanto o consultório de um outro médico branco transborda de doentes e os pacientes  justificando:
- Com ele não, ele é negro cotista...

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4 comentários:

casoverdade disse...

Beto, é o nosso Brasil sempre na contra mão de tudo, abs

Bento

Cristina disse...

Sou obrigada a concordar novamente, uma vez que já pensava como essa advogada e nem podia defender meu ponto de vista. Não é a cor que reprova ninguém num concurso, mas a falta de base.

Ao invés de cotas, investimentos na educação de base, na formação técnica e tecnológica! Incentivo às pesquisas. É receita de bolo: rápida e prática.

O fato de reservar-se vagas pela cor, só tem beneficiado pessoas com condições de pagar uma ótima universidade. A injustiça apenas se alastrou mais um pouco, porque as cotas utilizam julgamentos subjetivos. Um verdadeiro absurdo, porque é a prática dos dois pesos e duas medidas, como se vê no caso dos gêmeos.

Mais uma vez o Brasil banca o macaco de imitação, copiando práticas americanas, inclusive abolidas. Já que gostam tanto assim de copiar, podiam copiar também os julgamentos rápidos e os tribunais noturnos, o que permitiria que se desafogasse mais rapidamente os Tribunais, criaria mais vagas para juízes e talvez melhorasse a vida de quem procura a Justiça para solução de pendengas que duram mais de 20 anos.

Mas a gente tem sempre que passar por vexame no exterior. Por isso é que ninguém leva a gente a sério.

Etnia Brasileira disse...

Somos Unicos , somos todos ETNIA BRASIL!!

Nao somos coitados...Sou negra contra as cotas!!

Jama Libya disse...

A violência do preconceito racial no Brasil? O personagem (Uma negra degradada, pedinte com imagem horrenda destorcida e bosalizada é a Adelaide do Programa Zorra Total, Rede Globo do ator Rodrigo Sant'Annato para a Globo e os judeus é engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas descendentes, se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou filha, neta e sobrinha da ADELAIDE no pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abreviatura de Projeto Jacarepaguá, como é conhecida a Central Globo de Produção) é o centro de produção da Rede Globo que é dominado pelos judeus Arnaldo Jabor, Luciano Huck, Tiago Leifert, Pedro Bial, William Waack, William Bonner, Mônica Waldvogel, Sandra Annenberg Wolf Maya, Daniel Filho e o poderoso Ali Kamel diretor chefe responsável e autor do livro Best seller o manual segregador (A Bíblia do racismo, que ironicamente tem por titulo NÃO SOMOS RACISTA baseado e num monte de inverdades e teses racistas contra os negros afro-decendentes brasileiros) ? E por Maurício Sherman Nisenbaum(que Grande Otelo, Jamelão e Luis Carlos da Vila chamavam o de racista porque este e o Judeu Adolfo Block dono Manchete discriminavam os negros )responsável dirige o humorístico Zorra Total Foi o responsável pela criação do programa e dos programas infantis apresentados por Xuxa e Angélica, apresentadoras descobertas e lançadas por ele. Isto esta ocorrendo em todo lugar do Brasil para nós não tem graça, esta desgraça de Humor, que humilha crianças é desumano para qualquer sexo, cor, raça, religião, nacionalidade etc. Cruéis o pior de tudo esta degradação racista constrangedora é patrocinada e apoiada por o Sr Ali KAMEL (marido da judia Patrícia Kogut jornalista do GLOBO que liderou dezenas de judeus artistas intelectuais e empresários dos 113 nomes (Contra as contra raciais)com a liderança do lider Senador Demóstenes Torres do DEM que foi cassado por corrupção) O atual diretor responsável da CGJ, Central Globo de Jornalismo, da TV Globo esta mesma que faz anuncio constante do programa CRIANÇA ESPERANÇA e comete o Genocídio racista e imoral contra a maior p arte do povo brasileiro, é lamentável que os judeus se divirtam com humor e debochem do verdadeiro holocausto afro-indigena brasileiro, É LAMENTAVEL que o Judeu Sergio Groisman em seu Programa Altas Horas, assim como no Programa Encontro com a judia Fátima Bernardes riem e se divertem. A atriz judia Samantha Schmütz em papel de criança no apoteótico deste estereótipo desleal e perverso se amedronta diante aquela mulher extremem ente feia)para nós negros afros brasileiros a Rede GLOBO promove incentivo preconceito raciais que humilha e choca o povo brasileiro. Taryk Al Jamahiriya.Afro-indigena brasileira da ONNQ 20/11/1970 -REQBRA Revolução Quilombolivariana do Brasil .quilombonnq@bol.com.br

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