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domingo, 5 de setembro de 2010

Camisinha feminina antiestupro...



Médica sul-africana cria camisinha feminina antiestupro

Camisinha feminina antiestupro contém 'garras' que se fincam no pênis com a penetração

A África do Sul tem uma das maiores taxas de estupro no mundo, de acordo com a organização não-governamental Human Rights Watch. Também estima-se que 16% da população esteja contaminada pelo vírus HIV, da AIDS. Visando a combater o crime sexual – ou pelo menos dar às mulheres uma chance de defesa – a médica sul-africana Sonnet Ehlers criou uma camisinha feminina chamada Rape-axe, com “garras” que fincam no pênis quando ocorre a penetração.
“Machuca. O homem não consegue urinar nem andar quando a camisinha fica presa. Se ele tentar removê-la, vai ficar ainda mais apertada”, explicou Ehlers em entrevista à CNN, rede de televisão norte-americana.
O preservativo é colocado como um absorvente interno na vagina e só pode ser retirado do pênis por um médico. Ehlers distribuiu 30 mil camisinhas desse tipo na África do Sul durante a Copa do Mundo.
Acusada de criar um cinto de castidade medieval, a Dra. Sonnet Ehlers se defende: “Consultei engenheiros, ginecologistas e psicólogos para ajudar com o design e garantir a segurança do produto”. A médica finalizou dizendo que acredita que algo precisa ser feito. “Assim alguns homens vão pensar duas vezes antes de abordarem uma mulher”, afirmou.

Que tal distribuir essas camisinhas no Congo onde o estupro é arma de guerra? 


Só lamento que a tal camisinha não decepe logo o bilau do estuprador...

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

2010, O Ano da Fúria...


Eu comecei a chamar este ano de "O Ano da Fúria" após o "Reveillon da morte" em Angra, das enchentes de 2 meses em São Paulo, dos terremotos no Haiti e no Chile, mas as coisas continuaram...

Veio o Morro do Bumba, Niterói e Rio de Janeiro destruídos após uma chuva nunca antes sentida por quem mora aqui há 40 anos, outro terremoto na China com proporções que os governos autotitários não gostam de revelar, um terremoto no Paquistão e agora me escandalizo ante a beleza e poder de destruição de um vulcão na Islândia que paralisou praticamente toda a Europa, deixando seus moderníssimos aviões, presos ao chão, levando ao desespero quem só queria voltar pra casa!

Homens perplexos, ambientalistas alarmados, cientistas sem resposta!

Pensando no assunto esbarrei em um texto do Caio Fábio, que me trouxe uma visão de algo maior do que as catástrofes, maior que a angústia, que ameniza a ansiedade e nos faz pensar que é no caos que tudo se transforma!

Gostaria de compartilhar esse texto com você, que ele penetre seu coração como faca de dois gumes e sirva de alerta, alento, direção e prumo!


O ESPÍRITO E O CAOS…


"Quando o fogo, a fumaça, o enxofre e o cheiro do caos se espalharem sobre a terra, o Espírito se derramará como nunca antes...

Quando o sol escurecer e a lua se tornar vermelha como sangue, então o Espírito se derramará sobre toda carne...

Quando todas as ordens no céu e na terra se inverterem, e a humanidade não souber mais o que seja dia ou noite, quando paz e guerra já nem forem mais sentidos ante o estado de calamidade normal do mundo, então, o Espírito se derramará sobre toda carne.

Quando os que forem velhos estranhamente sonharem sonhos de futuro; quando os jovens sem presente profetizarem amanhãs; quando os escravos da desesperança falarem de um Novo Mundo... — então, é porque, apesar de tudo, o Espírito estará se derramando sobre todos os homens.

Quando todas as certezas humanas acabarem, e quando todas as ordens se subverterem, e quando tudo o que for fato simples e certo da existência passar a não ser, então, o Espírito se derramará sobre toda vida.

Sim, quando a prepotência, que é sempre pré-potência [um surto antecipado de poder], for dissolvida pelo esmagamento da realidade, pela falência de todos os “pré”... qualquer definições dos homens, e pela substituição de todo “pré” por todo “pós” sem nada — então, creia, o Espírito se derramará sobre toda carne.

A carne será despojada de todas as suas ilusões nos céus e na terra antes que o Espírito se derrame sobre toda carne.
 
Ora, assim como é no Princípio Geral da Profecia de Joel, assim também na sua aplicação existência e individual, pois, hoje mesmo, enquanto escrevo, sei que a fim de que o Espírito se derrame sobre a minha carne, a minha vida, a minha história..., antes todas as minhas ilusões e seguranças humanas têm que me ser arrancadas...; seja de fato, seja apenas como fato da sua desconstrução em importância dentro de mim.

A terra estava sem forma e vazia..., mas o Espírito pairava em vibração criadora sobre as águas do caos...

É assim desde sempre...

É assim hoje...

Será assim amanhã...

O Espírito mantém os jardins desta vida, mas em geral Suas grandes criações acontecem na impossibilidade de qualquer coisa acontecer.

O caos e a impotência são os ambientes mais adequados para as grandes manifestações e derramamentos do Espírito Santo, do Espírito da Vida.

Se seu mundo está assim, sem forma, vazio, com o sol escuro em cima, e a luz pingando sangue à noite..., enquanto você sente o cheiro da fumaça e do enxofre do fogaréu dos enganos deste mundo — creia: é o tempo ideal para o Espírito se derramar sobre você.

Nele, 
que age quando parece que nenhuma ação será possível,"

Caio

Se você tem uma Bíblia em casa, abra no Livro de Joel e leia o capítulo 2.

"Fora das mãos do oleiro, o que quebra vira caco. Nas mãos do oleiro não há cacos, há recomeço e transformação!"

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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Terremoto 100 vezes maior que o do Haiti atinge o Chile!



Um terremoto de magnitude 8,8 atingiu neste sábado o centro-sul do Chile!

Como a escala de Richter que mede a magnitude dos sismos é logarítimica, o terremoto no Chile foi pelo menos 100 vezes mais forte que o do Haiti que mediu 7 graus na mesma escala e destruiu o país no dia 12 de janeiro.

Para o sismólogo britânico Roger Musson, o terremoto deste sábado foi "gigantesco". "Qualquer movimento acima de oito graus é um grande terremoto", acrescentou.

Moradores de Santiago saem às ruas de madrugada, após o tremor de terra. Cristóbal Saavedra/EFE


A destruição só não foi maior pois o epicentro se originou no oceano pacífico, sobre a placa tectônica de Nasca, a cerca de 320 quilômetros ao sul da capital chilena, Santiago, e 91 quilômetros ao norte de Concepción.

Sequência de tremores registrados pelo US Geological Survey neste sábado na costa do Chile

Em razão do tremor, um alerta de tsunami foi emitido para as zonas costeiras do Chile, Equador e Peru, e depois estendido para a Colômbia, Panamá, Costa Rica e Antártida. A agência meteorológica do Japão alertou para possíveis tsunamis na região do Pacífico.

O tremor pôde ser sentido até na cidade de São Paulo!

Alguns arquipélagos próximos ao Chile já foram atingidos pelas ondas geradas pelo tremor. Há ordens de evacuação para as Ilhas Samoa, e o estado americano do Hawai. O próprio Japão já aguarda a chegada das ondas para daqui a 12 horas!

No Chile o governo decretou "Estado de Catástrofe"!

A natureza parece ter se cansado do desrespeito e está tratando o homem como um intruso!

Eu particularmente nunca presenciei um começo de ano tão atribulado como o de 2010!
Só nos resta esperar, torcer e rezar pelo melhor!



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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Estupro e mutilação sexual são usados como arma de guerra, e ninguém faz nada!



Na República Democrática do Congo a violência sexual de mulheres, crianças e até homens, vem sendo usada como arma de guerra há mais de uma década. Entretanto o mundo observa este genocídio com desprezo...


Tudo começou em Ruanda, país vizinho ao Congo em 1994. Estima-se que 250 mil mulheres tenham sido estupradas e torturadas sexualmente durante os 100 dias de genocídio.

Funcionários da ONU disseram que os estupros mais sádicos são cometidos por assassinos depravados que participaram do genocídio de 1994 em Ruanda, escapando em seguida para o Congo. Esses ataques deixaram milhares de mulheres com suas partes internas destruídas.
Dezenas de milhares de mulheres, possivelmente centenas de milhares, foram estupradas e mutiladas nos últimos anos como demonstração de força...A idade não importa, de crianças de 3 anos de idade a senhoras de 75 anos todas são vítimas dos rebeldes vindos de Ruanda. A prática já se espalhou tanto pelo país, que agora até civis do Congo participam das barbáries.


E muitos desses estupros foram marcados por um nível de brutalidade chocante, até mesmo para os distorcidos padrões de um local assombrado por senhores da guerra e soldados infantis entupidos de drogas.

Para muitas vítimas, as principais conseqüências dessas violações são as doenças sexualmente transmissíveis, como HIV e Aids. Em 2003, organizações humanitárias apresentaram um relatório onde se podia ler que, muitas vezes, a transmissão de doenças sexuais era o principal objetivo desses estupros.
Conseqüências
Muitas mulheres ainda sofrem com problemas de fístulas que provocam uma evasão incontrolável de líquidos pelo canal vaginal.
Para o médico Jonathan Lusi, que passou muitos anos operando vítimas de estupros de guerra, em Goma, no Congo, em uma primeira instância, pensou-se que as fístulas eram provocadas por partos mal-feitos.

Depois, ele e sua equipe descobriram que esses abscessos eram formados pelos estupros coletivos, que acabavam por destruir o canal genital das mulheres.
De acordo com a escritora e psicóloga ruandense, Esther Mujawayho, as vítimas, em sua maioria, são rejeitadas por suas famílias e comunidades.
"Muitas pessoas simples não querem nem ouvir falar desses crimes sexuais e se fecham, horrorizadas com o fato".

Esta rejeição de mulheres vitimadas acaba provocando a desintegração da própria comunidade e acaba repercutindo economicamente para essas comunidades, segundo Venantie Bisimwa, secretária-executiva de uma organização que luta pelos direitos dessas mulheres, com sede na cidade congolesa de Bikavu, no leste do país.
De acordo com Bisimwa, as mulheres estupradas se tornam doentes e depressivas, parando de trabalhar, o que significa paralisia nas atividades agrícolas.
Elas acabam não tendo nada para vender nos mercados, locais onde, geralmente, acontecem esses estupros, acrescentou Venantie Bisimwa. O resultado é o desastre financeiro para a família da vítima.

Cenas comuns no Congo:


Mulher sendo estuprada e mutilada.

Estupro e assssinato.

Quando chegou à clínica, a mulher levava um saco de plástico. Contou que andava à procura das suas filhas pequenas já há algum tempo. Dirigiu-se ao chefe da milícia na aldeia e perguntou-lhe se ele tinha visto as meninas. Ele riu-se dela e disse: “Comeste todos os dias. Achas que sacrificamos cabras?”, e deu-lhe os ossos. Desde então ela leva no seu saco de plástico os dois pequenos crânios, os restos das filhas.

Outra mulher levantou a saia. Entre jorros de sangue e pus apareceu o filho, estava grávida de seis meses. Tinha sido violada várias vezes por muitos homens. Todo o seu ventre era uma ferida enorme e terrível. O bebé entrou imediatamente na sala de operações. Não sobreviveu.

As cenas que ocorrem no pavilhão para mulheres violadas do Hospital de Panzi, da cidade congolesa de Bukavu, em algumas ocasiões ultrapassam o imaginável. Não são raros os casos de mulheres que, após terem sido violadas, levam um tiro na vagina

Uma mulher foi violada e o marido obrigado a assistir, depois os homens armados despedaçaram o marido vivo e obrigaram a mulher a comer os genitais.

“Há dez anos que só consigo dormir com soníferos” – conta Christine Schuler-Deschryver, que se ocupa do pavilhão das mulheres do Hospital de Panzi por encargo da Sociedade alemã para a Cooperação Técnica (GTZ). “Isto não é uma guerra, é terrorismo sexual.”

Mas o pior é que:
Apesar de todo este horror, desde as eleições de 2006, no Congo há oficialmente paz e democracia, por isso o caos em Kivu é um problema que se destaca ainda mais.

É um escândalo. A comunidade internacional, que hoje lamenta em público sem reservas a sua passividade durante o genocídio ruandês, no Congo permanece agora de braços cruzados perante os sucessores ativos daquele genocídio. 

Quando é que esses países que se dizem desenvolvidos e civilizados, como França e Bélgica, responsáveis pela colonização do Congo e de Ruanda, e portanto, participantes diretos nessa tragédia, vão tirar a mão dos olhos, metê-las no bolso e dar um basta a essas atrocidades?


Será necessário que aconteça um terremoto como o que aconteceu no Haiti para que o mundo olhe para esses infelizes humanos que tiveram o azar de nascerem nesses países sem lei?

Como disse a responsável pela enfermaria das mulheres do Hospital de Panzi:  “Isto não é uma guerra, é terrorismo sexual.”



Sinceramente, eu não consigo entender!!!

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