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sábado, 17 de dezembro de 2011

Banalização da vida humana!



Banalização da vida humana!


16 Dez 2011 -A adolescente Joyce Souza da Silva, de 14 anos, foi encontrada morta pela manhã, em um córrego na Avenida Beira Rio. Assassinada, possivelmente por asfixia, depois de ter sido estuprada. Ela ainda teve o olho esquerdo arrancado.

11 Dez 2011 - Emanuelly Lorraine Santos Ramos, de 8 anos, foi encontrada nua e coberta por folhas embaixo de algumas árvores. 
Havia indicação de estupro violento, inclusive com dilaceração do ânus da criança, tamanha foi a brutalidade com que o crime foi cometido”, frisou o delegado Alberto Alencar, ao destacar o trabalho conjunto com policiais militares e bombeiros do município.

10 Dez 2011 - O corpo da menina Maria de Fátima, 5, foi enterrado na tarde desta sexta-feira (9) no cemitério de Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro. A criança foi encontrada morta nesta quinta (8), à margem de um rio, a cerca de 200 metros de casa.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que a menina sofreu abuso sexual antes de ser assassinada por asfixia. A versão do tio da menina, Eudes dos Santos, 20, que confessou a autoria dos dois crimes (estupro e homicídio) e foi preso ontem, foi confirmada pela perícia. As informações são da Divisão de Homicídios (DH).

Esses foram três casos que aconteceram esta semana!
São só exemplos do que vem acontecendo com as crianças nesse país.
E porque estou escrevendo isso?
Na internet hoje não se fala em outra coisa a não ser no assassinato da linda cadelinha pela cruel enfermeira!

Fiquei com raiva quando vi o vídeo?
Muita!

Se encontrasse essa enfermeira na rua ia ficar jogando ela pra cima e chutando como ela fez com a cadelinha?
Com prazer!

Mas o que me assustou foi a comoção geral diante de uma caso que nem de longe se parece com a barbaridade que essas crianças citadas acima sofreram. 
Senti um cheiro de inversão de valores nessa história.

Eu tenho dois cãezinhos e os amo muito! 
Podem procurar nas minha fotos e vcs me verão com o Leão, um grande e amado cachorrinho, que cuido com carinho, respeito e dignidade, mas nunca compararia a vida de uma criança com a vida de qualquer um deles!

Tenho dois filhos também!

Estamos vivendo uma época estranha em que a vida de uma foca, uma baleia, uma árvore ou uma cadelinha valem mais que a vida de um ser humano!

Isso me assusta, a banalização da vida humana!

Ficamos impassíveis diante do desespero de pais, de crianças e adolescentes trucidados, sem nos revoltar. Mas mobilizamos toda a rede pela morte de uma cadelinha!!!

A cadelinha mereceu o que aconteceu?
Estou aprovando o que a desgraçada da enfermeira fez?
NÃO!!!

Mas vamos parar e analisar os fatos. 
Quantas vezes você viu tamanha mobilização pela morte violenta de uma criança?

Sem trocadilhos, mas acho que o rabo está abanando o cachorro na nossa sociedade!

O sorriso da mais humilde e feia criancinha, sempre será mais valioso que o abanar da cauda de um lindo animalzinho!

A palavra que melhor define a minha indignação é "DESPROPORCIONAL". Estamos coando mosquitos e deixando passar elefantes!

Nada tem valor em si mesmo, todo e qualquer valor que algo ou alguém possua lhe é atribuído por cada um de nós, que formamos a sociedade. E quando um ser humano atribui maior valor a qualquer outro animal do que a si mesmo, há algo de doente na história!

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Patê de fígado de ganso - "Foie Gras" - Como se faz? Leia e não coma nunca mais!



Poucas pessoas sabem o que se passa por trás deste alimento tão caro (800 Reais/ Kg) e requintado. O foie gras (foie – fígado, gras – gordura), ou patê de fígado de ganso , é na verdade o resultado de uma prática desumana, que mostra a que ponto a crueldade do homem pode chegar. Os inocentes patos e gansos, a quem os fígados em questão pertencem, são submetidos a um processo que pode ser melhor classificado como tortura, com o objetivo de tornar seus fígados anormalmente engrandecidos e doentes, para que então alguns poucos possam saborear o resultado desta arte grotesca.

A criação parece ser uma como outra qualquer durante os primeiros quatro meses de vida dos animais. É então que eles são levados para as pequenas gaiolas que serão suas acomodações durante as próximas e últimas semanas de sua curta vida. Um espaço de um metro por dois metros pode acomodar até doze animais. O motivo do confinamento é evitar que o pássaro se movimente, o que certamente seria um desperdício para o criador, pois sua intenção não é que o pássaro utilize o alimento que lhe está sendo dado para gastar energia com coisas tão fúteis como poder ao menos esticar suas asas ou dar um passo, mas sim que este alimento seja armazenado no organismo do animal na forma de gordura. Outra “vantagem” do confinamento é que o manuseio dos animais é facilitado.

A alimentação dos animais é composta basicamente por carboidratos (maizena), adicionada de gordura de porco ou ganso para amolecer. Esta é uma dieta bastante desequilibrada para as necessidades das aves, visto que importantes nutrientes não estão sendo consumidos. Para fazer com que os animais consumam cerca de três quilos desta ração por dia, o que equivaleria a um humano consumir doze quilos e meio de macarrão por dia, é necessário utilizar uma técnica muito especial.


A ave é segura é entre as pernas do manipulador com seu pescoço estendido, permitindo a inserção de um grosso tubo de metal que chega a medir quarenta centímetros em comprimento. Estando a cabeça presa por uma peça de metal, um motor força o alimento (cerca de um quilo) garganta abaixo, levando-o ao pequeno estômago da ave. Alguns criadores utilizam-se de elásticos que são colocados em torno do pescoço para prevenir que a ave vomite o alimento. Esta tortura se repete três vezes ao dia durante um período de três a quatro semanas. É claro que o animal não considera esta forma de ser “alimentado” muito agradável. Durante o processo, as aves tentam escapar de forma frenética e não olham outra ave sendo alimentada, o que pouco lembra um ambiente natural, onde qualquer ave corre em direção a um alimento que lhes é oferecido ou atirado.

Como resultado, as aves sofrem de variados problemas de saúde, como disfunções cardíacas, intestinais e rompimento das membranas celulares hepáticas. Muitos tornam-se incapazes de andar ou até mesmo ficar em pé. A introdução do tubo pode machucar o esôfago e causar deformidades nos bicos. Na verdade, foie gras não passa de uma doença do fígado voluntariamente produzida em animais inocentes. O fígado dos animais submetidos a este processo não são exatamente saudáveis. A coloração normal do fígado é avermelhada e pesa cerca de 120 gramas. O fígado consumido por aqueles que apreciam tal atrocidade é amarelo e lustroso, de aparência gordurosa, e pode pesar até 1.300 gramas, mais de dez vezes o peso normal.

Além disto, um “bom” foie gras deve ter as marcas deixadas pela pressão que as costelas exercem contra o fígado visíveis no órgão, garantindo assim que o animal sentiu imensa dor durante os últimos dias de sua breve vida. A ave é abatida no mesmo local onde é criada, visto que esta provavelmente não sobreviveria ao transporte. Quando o fígado, estômago e intestinos são removidos, vê-se que o espaço por estes ocupado era muito maior que aquele planejado pela natureza, pressionando o coração e os pulmões e dificultando assim a respiração.

Trazendo 85% de suas calorias na forma de lipídios, em sua maioria gorduras saturadas (ácido palmítico, o foie gras não é um alimento saudável. Portanto, seu consumo, além de causar imenso sofrimento a animais inocentes e indefesos, também não é a melhor opção mesmo para aqueles mais indiferentes ao sofrimento alheio.


Servido??

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domingo, 3 de janeiro de 2010

Você gosta de vitela? Então veja como chega ao seu prato!


É bom que fique bem claro que não sou vegetariano.

Adoro um bom bife suculento.

Mas o dia que tomei conhecimento de como se consegue uma vitela, confesso, parei de sentir prazer ao comer essa porcaria...



BABY BEEF" OU VITELA, VOCÊ SABE O QUE É ISTO?


A carne de vitela, é muito apreciada por ser tenra, clara e macia.
O que pouca gente sabe é que o alimento vem de muito sofrimento do bezerro macho, que desde o primeiro dia de vida é afastado da mãe e trancado num compartimento sem espaço para se movimentar.
Esse procedimento é para que o filhote não crie músculos e a carne se mantenha macia. "Baby beef", é o termo que designa a carne de filhotes ainda não desmamados.



O mercado de vitelas nasceu como subproduto da indústria de laticínios que não aproveitava grande parte dos bezerros nascidos das vacas leiteiras.

Veja como é obtido esse "produto":
Assim que os filhotes nascem, são separados de suas mães, que permanecem por semanas mugindo por suas crias.
Após serem removidos, os filhotes são confinados em estábulos com dimensões reduzidíssimas onde permanecerão por meses em sistema de ganho de peso - alimentação que consiste de substituto do leite materno.

Um dos principais métodos de obtenção de carne branca e macia, além da imobilização total do animal para que não crie músculos, é a retirada do mineral ferro da sua alimentação tornando-o anêmico e fornecendo o mineral somente na quantidade necessária para que não morra até o abate.

A falta de ferro é tão sentida pelos animais, que nada no estábulo pode ser feito de metal ferruginoso, pois eles entram em desespero para lamber esse tipo de material.
Embora sejam animais com aversão natural à sujeira, a falta do mineral faz com que muitos comam seus próprios excrementos em busca de resíduos desse mineral.
Alguns produtores contornam esse problema colocando os filhotes sobre um ripado de madeira, onde os excrementos possam cair num piso de concreto ao qual os animais não tenham acesso.
A alimentação fornecida é líquida e altamente calórica, para que a maciez da carne seja mantida e os animais engordem rapidamente.

 Para que sejam forçados a comer o máximo possível, nenhuma outra fonte de líquido é  fornecida, fazendo com que comam mesmo quando têm apenas sede. 

Com o uso dessas técnicas, verificou-se que muitos filhotes entravam em desespero, criando úlceras pela sua agitação e descontrole no espaço reduzido. Uma solução foi encontrada pelos produtores: a ausência de luz; a manutenção dos animais em completa escuridão durante 22 horas do dia, acendendo-se a luz somente nos momentos de manutenção do estábulo.



No processo de confinamento, os filhotes ficam completamente imobilizados, podendo apenas mexer a cabeça para comer e agachar, sem poderem sequer se deitar. 

Os bezerros são abatidos com mais ou menos 4 meses de vida - de uma vida de reclusão e sofrimento, sem nunca terem conhecido a luz do sol.

E a maioria come e aprecia esse tipo de carne sem ter idéia de como é produzida.

A criação de vitelas é conhecida como um dos mais imorais e repulsivos mercados de animais no mundo todo.

Como não há no Brasil lei específica que proíba essa prática - como na Europa - o jeito conscientizar as pessoas sobre a questão.
Nossa arma é a informação.

Se souber o que está comendo, a sociedade que já não mais tolera violências, vai mudar seus hábitos. Podemos evitar todo esse sofrimento não comendo carne de vitela ou "baby beef" e repudiando os restaurantes que a servem.
O consumidor tem força e deve usar esse poder escolhendo produtos, serviços e empresas que não tragam embutido o sofrimento de animais inocentes.

Vai uma vitelinha aí  leitor?

(Fonte: Instituto Nina Rosa - Projetos por Amor à Vida)


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