Mostrando postagens com marcador catástrofes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador catástrofes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Brasil ou República Federativa do Bumba?

 

"Celebração em Niterói relembra um ano da tragédia do Morro do Bumba

Rio - Uma celebração inter-religiosa será realizada na tarde desta quarta-feira em Niterói, Região Metropolitana do Rio, em memória aos mortos pela tragédia das chuvas no município, que há exato um ano fez mais de 50 vítimas no deslizamento do Morro do Bumba.


Fiéis de várias religiões organizam um culto ecumênico às 16h na Praça da República, em frente à Câmara de Vereadores, no Centro da cidade. Na sequência, moradores que ainda estão desabrigados irão realizar um protesto contra a Prefeitura de Niterói, acusada de negligência em relação às áreas de risco e de não providenciar ajuda adequada aos necessitados.

Os manifestantes aproveitarão a oportunidade para entregar um abaixo-assinado na Câmara Municipal pedindo providências. "



Ao abrir o jornal hoje pela manhã, esbarrei na notícia acima. No mesmo instante fui invadido pelos sentimentos que há um ano me estimularam a escrever o texto que agora republico.
Volto a mexer nesse lixo, não mais pelo espanto de estar vivendo uma grande catástrofe, nem movido pela emoção de ver tantas vidas destruídas por poucas horas de chuvas.
Volto a publicar este texto em homenagem às vitimas desse genocídio causado pelas mesmas autoridades, que um ano após terem sido co-responsáveis por tanta dor, permanecem inertes mantendo as vítimas que sobreviveram, esquecidas e abandonadas a própria sorte!
O tempo passou, o Bumba ruiu, as vidas se foram e minha proposta permanece mais atual que nunca!




Brasil ou República Federativa do Bumba?
06/04/2010
  
Como morador do Rio de Janeiro e ex-morador de Niterói, passei uma semana pensando o que poderia escrever para meus leitores sobre o que vi e como percebi os acontecimentos catastróficos da semana que passou!

No dia da tragédia lembro-me claramente da violência com que a chuva chegou. Estava com a TV ligada e conversando no meu quarto quando ouvi o vento uivar e minha janela ser fustigada por uma golfada de água que mais parecia que meu prédio tinha entrado em um lava-jato, desses de postos de gasolina!

Tentei abrir a janela pra ver, mas em segundos fiquei ensopado e corri para fechar todas as janelas do apartamento.

Atendi a um telefonema e quando terminei de falar com um amigo, o Rio que tinha deixado antes da ligação já tinha se transformado em uma imensa Veneza de água lamacenta!

Minha irmã que trabalha em Ipanema, ligou e avisou que não poderia voltar pra casa pois não havia como chegar. Dormiu no ônibus...
Liguei o rádio, me conectei ao twitter e fiquei acompanhando as informações.

Pela manhã todos vocês já sabem o que encontrei na TV...
Não reconheci meu próprio bairro...
Meus parentes que moram em sua maioria em Niterói e São Gonçalo, me abasteciam com informações terríveis sobre o "outro lado da poça", que até a queda do Morro do Bumba ainda não tinham invadido a mídia!

Cheguei a comentar com meu filho que nossos políticos parecem Médiuns, só ouvem a voz dos mortos. É preciso morrer nesse país pra ser ouvido!
E aí veio a tragédia maior, a catástrofe do Morro do Bumba!

Lembrava-me daquele lugar como um imenso campo de capim melado, por onde cortava caminho de moto com minha noiva, quando íamos visitar uma cunhada minha que, na época, morava no Caramujo.
Fiquei impressionado com  a quantidade de ruas e casas que vi ali.

E aí começaram a pipocar informações sobre o prefeito de Niterói, sua negligência, diante de laudos técnicos feitos pela UFF, que solicitavam que as casas que começavam a nascer no futuro local do desastre, fossem retiradas.

Imagens chocantes invadiam minha casa com a mesma intensidade da avalanche que aconteceu no Bumba ou no Morro dos Prazeres no Rio.

Helicópteros carregando autoridades com rostos hipócritamente surpresos e consternados,  declarações emocionadas, decretos que já deveriam existir há décadas sendo assinados em minutos, enfim, a papagaiada e o circo de sempre.

SOS isso, SOS aquilo, Record disputando com a Globo, Bandeirantes correndo por fora, executivos de televisões abrindo os bolsos com miseráveis 20 mil Reais e pedindo ajuda com "pires na mão"!
E eu me perguntando onde está o culpado?

Se não eram as autoridades e não era o povo, só podia ser Deus! 
Mas como punir Deus?

Ontem resolvi!
Todos já estão cheios de informações, não gostaria de ser mais um a dizer que choveu 300mm , o dobro de chuva estimado para o mês de Abril em 48 horas...Tudo isso morreu ontem enquanto assistia ao resumo da tragédia da semana na TV.
Nem as fotos exclusivas que tenho vou postar...

Ontem eu pude perceber que o Morro do Bumba, é o quadro pintado do nosso país!
E como uma imagem fala mais do que mil palavreas, o que esse quadro me diz?

Nosso país já teve vários nomes conforme a impressão de quem olhava pra ele.
O primeiro nome dado foi Pindorama (Região das Palmeiras), porém foram os indígenas que inventaram o nome e apenas eles o utilizavam.
Na descoberta em 1500, os portugueses batizaram a nova terra de Ilha de Vera Cruz, posteriormente se chamou Terra Nova em 1501;
Terra dos Papagaios, em 1501; Terra de Vera Cruz, em 1503; Terra de Santa Cruz, em 1503; Terra Santa Cruz do Brasil, em 1505; Terra do Brasil, em 1505; 
e finalmente em 1526, devido ao pau-brasil, uma árvore que tinha uma madeira muito valiosa, passou a se chamar Brasil.

Ontem diante da minha TV, vendo aquele monte de lixo, soterrando crianças, trabalhadores, mulheres, seus sonhos e histórias. 
Analisando a hipocrisia dos culpados ao tirarem o rabo da reta, colocando a culpa na chuva ou nos pobres que não escolhem bem onde morar!
Como cidadão brasileiro, com mais de 4 décadas de vida, eleitor por duas vezes do Jorge Roberto Slveira e sua falácia, morador há mais de 20 anos da cidade do Rio de janeiro,
e observador profundo da política desse Brasil, resolvi propor um novo nome para o nosso país.

Que tal se ao invés de Brasil nosso país se chamasse de hoje em diante "Bumba"?
Nós passaríamos a ser bumbeiros e poderíamos até mudar o nome do Rio de Janeiro, para Rio de JaNEURA
poderíamos mudar a cor do uniforme da nossa seleção pra o marrom-lama, antes da copa deste ano!
E ao invés de "Seleção-Canarinho"  poderíamos ser "Seleção-Urubu" e se os flamenguistas se sentissem plagiados, poderíamos ser a Seleção-Corvo"...

E aqui explico minha proposta: 

Se os outros nomes da nossa nação foram dados de acordo com a imagem que cada um tinha da terra que se descortinava a sua frente, Bumba é o que há de mais real para nossa nação há muito tempo!

Há tempos nossos pobres vem sendo massacrados e mortos por esse mar de lama que desce dos "lixões" dos "Governos". 
Culpados não existem.
O município diz que a "responsa" é do Estado que passa a bola para Brasília e as algemas fabricadas por aqui não servem em ninguém! 

Quantos mensalões você já presenciou em sua vida?, 
quanta mentira?,
quanta impunidade? 
quantas meias cheias de grana roubada?

Quanto dinheiro que veio para as mãos dos nossos governos municipais e estaduais para salvar a vida do povo, sumiu como as casas no Morro do Bumba? 
E os PACs da vida, que só mudaram de nome, mas não passam de mega-obras, mal-feitas, mal-planejadas com fins, no mínimo questionáveis...

Eu vi um garotinho especial, que faz uma propaganda do PAC no Complexo do Alemão na TV a cada intervalo do Jornal Nacional, sair carregado de dentro do seu lindo apê de terceira, com valor de primeira pago as empreiteiras, de um projeto que nem começou direito!

Que nome melhor pra esse país de lama e chorume, fétido e insalubre como um lixão, que mata inocentes e só mostra heróis anônimos e pobres, como a população do Bumba e os valorosos praças do Corpo de Bombeiros, enquanto as autoridades tiram o seu da reta e culpam São Pedro e a chuva, passeando de helicópteros e fazendo movimentos estudados diante das câmeras, enquanto a mídia mostra o lado da verdade que lhes interessa?

Somos Bumbeiros, moramos, vivemos e morremos num grande país chamado Bumba, um lixão lamacento, e como a única espécie de Pau-Brasil que ainda existia no Rio, e estava no jardim Botânico, deve ter se afogado com a enchente, proponho mudar o nome do nosso querido país para República Federativa do Bumba
Que tal?

Me parece mais realista e atual!

Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!

sábado, 10 de julho de 2010

Enquanto você torcia pelos pernas-de-pau do Dunga...


Enquanto você torcia pelos pernas-de-pau do Dunga,  brasileiros morriam afogados nas águas sujas pela incompetência dos governantes, em Alagoas e Pernambuco!








Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

2010, O Ano da Fúria...


Eu comecei a chamar este ano de "O Ano da Fúria" após o "Reveillon da morte" em Angra, das enchentes de 2 meses em São Paulo, dos terremotos no Haiti e no Chile, mas as coisas continuaram...

Veio o Morro do Bumba, Niterói e Rio de Janeiro destruídos após uma chuva nunca antes sentida por quem mora aqui há 40 anos, outro terremoto na China com proporções que os governos autotitários não gostam de revelar, um terremoto no Paquistão e agora me escandalizo ante a beleza e poder de destruição de um vulcão na Islândia que paralisou praticamente toda a Europa, deixando seus moderníssimos aviões, presos ao chão, levando ao desespero quem só queria voltar pra casa!

Homens perplexos, ambientalistas alarmados, cientistas sem resposta!

Pensando no assunto esbarrei em um texto do Caio Fábio, que me trouxe uma visão de algo maior do que as catástrofes, maior que a angústia, que ameniza a ansiedade e nos faz pensar que é no caos que tudo se transforma!

Gostaria de compartilhar esse texto com você, que ele penetre seu coração como faca de dois gumes e sirva de alerta, alento, direção e prumo!


O ESPÍRITO E O CAOS…


"Quando o fogo, a fumaça, o enxofre e o cheiro do caos se espalharem sobre a terra, o Espírito se derramará como nunca antes...

Quando o sol escurecer e a lua se tornar vermelha como sangue, então o Espírito se derramará sobre toda carne...

Quando todas as ordens no céu e na terra se inverterem, e a humanidade não souber mais o que seja dia ou noite, quando paz e guerra já nem forem mais sentidos ante o estado de calamidade normal do mundo, então, o Espírito se derramará sobre toda carne.

Quando os que forem velhos estranhamente sonharem sonhos de futuro; quando os jovens sem presente profetizarem amanhãs; quando os escravos da desesperança falarem de um Novo Mundo... — então, é porque, apesar de tudo, o Espírito estará se derramando sobre todos os homens.

Quando todas as certezas humanas acabarem, e quando todas as ordens se subverterem, e quando tudo o que for fato simples e certo da existência passar a não ser, então, o Espírito se derramará sobre toda vida.

Sim, quando a prepotência, que é sempre pré-potência [um surto antecipado de poder], for dissolvida pelo esmagamento da realidade, pela falência de todos os “pré”... qualquer definições dos homens, e pela substituição de todo “pré” por todo “pós” sem nada — então, creia, o Espírito se derramará sobre toda carne.

A carne será despojada de todas as suas ilusões nos céus e na terra antes que o Espírito se derrame sobre toda carne.
 
Ora, assim como é no Princípio Geral da Profecia de Joel, assim também na sua aplicação existência e individual, pois, hoje mesmo, enquanto escrevo, sei que a fim de que o Espírito se derrame sobre a minha carne, a minha vida, a minha história..., antes todas as minhas ilusões e seguranças humanas têm que me ser arrancadas...; seja de fato, seja apenas como fato da sua desconstrução em importância dentro de mim.

A terra estava sem forma e vazia..., mas o Espírito pairava em vibração criadora sobre as águas do caos...

É assim desde sempre...

É assim hoje...

Será assim amanhã...

O Espírito mantém os jardins desta vida, mas em geral Suas grandes criações acontecem na impossibilidade de qualquer coisa acontecer.

O caos e a impotência são os ambientes mais adequados para as grandes manifestações e derramamentos do Espírito Santo, do Espírito da Vida.

Se seu mundo está assim, sem forma, vazio, com o sol escuro em cima, e a luz pingando sangue à noite..., enquanto você sente o cheiro da fumaça e do enxofre do fogaréu dos enganos deste mundo — creia: é o tempo ideal para o Espírito se derramar sobre você.

Nele, 
que age quando parece que nenhuma ação será possível,"

Caio

Se você tem uma Bíblia em casa, abra no Livro de Joel e leia o capítulo 2.

"Fora das mãos do oleiro, o que quebra vira caco. Nas mãos do oleiro não há cacos, há recomeço e transformação!"

Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Brasil ou República Federativa do Bumba?

 

Como morador do Rio de Janeiro e ex-morador de Niterói, passei uma semana pensando o que poderia escrever para meus leitores sobre o que vi e como percebi os acontecimentos catastróficos da semana que passou!

No dia da tragédia lembro-me claramente da violência com que a chuva chegou. Estava com a TV ligada e conversando no meu quarto quando ouvi o vento uivar e minha janela ser fustigada por uma golfada de água que mais parecia que meu prédio tinha entrado em um lava-jato, desses de postos de gasolina!

Tentei abrir a janela pra ver, mas em segundos fiquei ensopado e corri para fechar todas as janelas do apartamento.

Atendi a um telefonema e quando terminei de falar com um amigo, o Rio que tinha deixado antes da ligação já tinha se transformado em uma imensa Veneza de água lamacenta!

Minha irmã que trabalha em Ipanema, ligou e avisou que não poderia voltar pra casa pois não havia como chegar. Dormiu no ônibus...
Liguei o rádio, me conectei ao twitter e fiquei acompanhando as informações.

Pela manhã todos vocês já sabem o que encontrei na TV...
Não reconheci meu próprio bairro...
Meus parentes que moram em sua maioria em Niterói e São Gonçalo, me abasteciam com informações terríveis sobre o "outro lado da poça", que até a queda do Morro do Bumba ainda não tinham invadido a mídia!

Cheguei a comentar com meu filho que nossos políticos parecem Médiuns, só ouvem a voz dos mortos. É preciso morrer nesse país pra ser ouvido!
E aí veio a tragédia maior, a catástrofe do Morro do Bumba!

Lembrava-me daquele lugar como um imenso campo de capim melado, por onde cortava caminho de moto com minha noiva, quando íamos visitar uma cunhada minha que, na época, morava no Caramujo.
Fiquei impressionado com  a quantidade de ruas e casas que vi ali.

E aí começaram a pipocar informações sobre o prefeito de Niterói, sua negligência, diante de laudos técnicos feitos pela UFF, que solicitavam que as casas que começavam a nascer no futuro local do desastre, fossem retiradas.

Imagens chocantes invadiam minha casa com a mesma intensidade da avalanche que aconteceu no Bumba ou no Morro dos Prazeres no Rio.

Helicópteros carregando autoridades com rostos hipócritamente surpresos e consternados,  declarações emocionadas, decretos que já deveriam existir há décadas sendo assinados em minutos, enfim, a papagaiada e o circo de sempre.

SOS isso, SOS aquilo, Record disputando com a Globo, Bandeirantes correndo por fora, executivos de televisões abrindo os bolsos com miseráveis 20 mil Reais e pedindo ajuda com "pires na mão"!
E eu me perguntando onde está o culpado?

Se não eram as autoridades e não era o povo, só podia ser Deus! 
Mas como punir Deus?

Ontem resolvi!
Todos já estão cheios de informações, não gostaria de ser mais um a dizer que choveu 300mm , o dobro de chuva estimado para o mês de Abril em 48 horas...Tudo isso morreu ontem enquanto assistia ao resumo da tragédia da semana na TV.
Nem as fotos exclusivas que tenho vou postar...

Ontem eu pude perceber que o Morro do Bumba, é o quadro pintado do nosso país!
E como uma imagem fala mais do que mil palavreas, o que esse quadro me diz?

Nosso país já teve vários nomes conforme a impressão de quem olhava pra ele.
O primeiro nome dado foi Pindorama (Região das Palmeiras), porém foram os indígenas que inventaram o nome e apenas eles o utilizavam.
Na descoberta em 1500, os portugueses batizaram a nova terra de Ilha de Vera Cruz, posteriormente se chamou Terra Nova em 1501;
Terra dos Papagaios, em 1501; Terra de Vera Cruz, em 1503; Terra de Santa Cruz, em 1503; Terra Santa Cruz do Brasil, em 1505; Terra do Brasil, em 1505; 
e finalmente em 1526, devido ao pau-brasil, uma árvore que tinha uma madeira muito valiosa, passou a se chamar Brasil.

Ontem diante da minha TV, vendo aquele monte de lixo, soterrando crianças, trabalhadores, mulheres, seus sonhos e histórias. 
Analisando a hipocrisia dos culpados ao tirarem o rabo da reta, colocando a culpa na chuva ou nos pobres que não escolhem bem onde morar!
Como cidadão brasileiro, com mais de 4 décadas de vida, eleitor por duas vezes do Jorge Roberto Slveira e sua falácia, morador há mais de 20 anos da cidade do Rio de janeiro,
e observador profundo da política desse Brasil, resolvi propor um novo nome para o nosso país.

Que tal se ao invés de Brasil nosso país se chamasse de hoje em diante "Bumba"?
Nós passaríamos a ser bumbeiros e poderíamos até mudar o nome do Rio de Janeiro, para Rio de JaNEURA
poderíamos mudar a cor do uniforme da nossa seleção pra o marrom-lama, antes da copa deste ano!
E ao invés de "Seleção-Canarinho"  poderíamos ser "Seleção-Urubu" e se os flamenguistas se sentissem plagiados, poderíamos ser a Seleção-Corvo"...

E aqui explico minha proposta: 

Se os outros nomes da nossa nação foram dados de acordo com a imagem que cada um tinha da terra que se descortinava a sua frente, Bumba é o que há de mais real para nossa nação há muito tempo!

Há tempos nossos pobres vem sendo massacrados e mortos por esse mar de lama que desce dos "lixões" dos "Governos". 
Culpados não existem.
O município diz que a "responsa" é do Estado que passa a bola para Brasília e as algemas fabricadas por aqui não servem em ninguém! 

Quantos mensalões você já presenciou em sua vida?, 
quanta mentira?,
quanta impunidade? 
quantas meias cheias de grana roubada?

Quanto dinheiro que veio para as mãos dos nossos governos municipais e estaduais para salvar a vida do povo, sumiu como as casas no Morro do Bumba? 
E os PACs da vida, que só mudaram de nome, mas não passam de mega-obras, mal-feitas, mal-planejadas com fins, no mínimo questionáveis...

Eu vi um garotinho especial, que faz uma propaganda do PAC no Complexo do Alemão na TV a cada intervalo do Jornal Nacional, sair carregado de dentro do seu lindo apê de terceira, com valor de primeira pago as empreiteiras, de um projeto que nem começou direito!

Que nome melhor pra esse país de lama e chorume, fétido e insalubre como um lixão, que mata inocentes e só mostra heróis anônimos e pobres, como a população do Bumba e os valorosos praças do Corpo de Bombeiros, enquanto as autoridades tiram o seu da reta e culpam São Pedro e a chuva, passeando de helicópteros e fazendo movimentos estudados diante das câmeras, enquanto a mídia mostra o lado da verdade que lhes interessa?

Somos Bumbeiros, moramos, vivemos e morremos num grande país chamado Bumba, um lixão lamacento, e como a única espécie de Pau-Brasil que ainda existia no Rio, e estava no jardim Botânico, deve ter se afogado com a enchente, proponho mudar o nome do nosso querido país para República Federativa do Bumba
Que tal?

Me parece mais realista e atual!

Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Terremoto 100 vezes maior que o do Haiti atinge o Chile!



Um terremoto de magnitude 8,8 atingiu neste sábado o centro-sul do Chile!

Como a escala de Richter que mede a magnitude dos sismos é logarítimica, o terremoto no Chile foi pelo menos 100 vezes mais forte que o do Haiti que mediu 7 graus na mesma escala e destruiu o país no dia 12 de janeiro.

Para o sismólogo britânico Roger Musson, o terremoto deste sábado foi "gigantesco". "Qualquer movimento acima de oito graus é um grande terremoto", acrescentou.

Moradores de Santiago saem às ruas de madrugada, após o tremor de terra. Cristóbal Saavedra/EFE


A destruição só não foi maior pois o epicentro se originou no oceano pacífico, sobre a placa tectônica de Nasca, a cerca de 320 quilômetros ao sul da capital chilena, Santiago, e 91 quilômetros ao norte de Concepción.

Sequência de tremores registrados pelo US Geological Survey neste sábado na costa do Chile

Em razão do tremor, um alerta de tsunami foi emitido para as zonas costeiras do Chile, Equador e Peru, e depois estendido para a Colômbia, Panamá, Costa Rica e Antártida. A agência meteorológica do Japão alertou para possíveis tsunamis na região do Pacífico.

O tremor pôde ser sentido até na cidade de São Paulo!

Alguns arquipélagos próximos ao Chile já foram atingidos pelas ondas geradas pelo tremor. Há ordens de evacuação para as Ilhas Samoa, e o estado americano do Hawai. O próprio Japão já aguarda a chegada das ondas para daqui a 12 horas!

No Chile o governo decretou "Estado de Catástrofe"!

A natureza parece ter se cansado do desrespeito e está tratando o homem como um intruso!

Eu particularmente nunca presenciei um começo de ano tão atribulado como o de 2010!
Só nos resta esperar, torcer e rezar pelo melhor!



Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!

sábado, 23 de janeiro de 2010

EUA "ocupa" o Haiti novamente ou é só ajuda humanitária?


No dia 12 de janeiro, um terremoto de magnitude 7 devastou o país mais pobre das Américas e colocou o mundo todo em alerta. Nos dois primeiros dias após o tremor, as doações anunciadas ao Haiti correspondiam a mais de um terço de seu orçamento anual, e muito mais foi dado e prometido depois. Além de dinheiro, muitos países enviaram equipes de resgate, mantimentos e soldados.


O Brasil, que antes do terremoto já liderava o braço militar da Força da ONU para Estabilização do Haiti (Minustah, na sigla em francês), mantém 1.300 militares no país. O governo também enviou aviões com mantimentos e equipes de bombeiros. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, pediu ao Congresso autorização para dobrar o efetivo brasileiro no país.


Mas algo de pôdre começou a pairar no ar, além do mal cheiro das ruas de Porto Príncipe, na terça-feira.
Centenas de haitianos presenciaram 7 dias após a tragédia, entre reações de resignação ou revolta, à impressionante aterrissagem de vários helicópteros das tropas americanas no Palácio Presidencial, num ato considerado por muitos como uma perda da soberania.




"Isso é uma ocupação. O Palácio do país representa nosso poder, é o nosso rosto, nosso orgulho", critica Feodor Desanges.

"Não os vi distribuindo comida no centro da cidade, onde as pessoas precisam urgentemente de água, alimentos e medicamentos. Isso mais parece uma ocupação", protesta Wilson Guillaume, estudante haitiano de 25 anos.

Uma hora depois de chegar, um grande grupo de soldados partiu na direção do hospital geral da capital, para iniciar as operações de segurança.


Ao passar, foram recebidos por uma mistura de gritos de "bem-vindos" e "obrigado" por "voltem pra casa" e "não nos ocupem".

Para Herold Line, professor haitiano, o problema não é os Estados Unidos ocuparem o palácio presidencial e sim se começarem a estender a ocupação pela cidade.

"O que importa é que nos ajudem a reconstruir o Estado e as instituições públicas, que são inexistentes", explica.

A história dos EUA com o Haiti já é antiga!

O Pentágono jogou com todo o simbolismo firmemente plantado no imaginário popular dos haitianos.
Em 15 de outubro de 1994, no mesmo local, outros Black Hawk idênticos trouxeram de volta, como a um messias, o ex-presidente Jean Bertrand Aristide para recolocá-lo na cadeira presidencial (tutelado pelos EUA), depois de ele ter sido afastado por militares da velha guarda militar duvalierista em um golpe de Estado, ao qual Washington tampouco esteve alheio. Aristide, na época, era quase uma divindade.

O que aconteceu depois com seu governo é outro assunto.

A chegada dos soldados procurou ser transmitida como o desembarque dos mocinhos, que vieram para salvar o Haiti. No fundo, o que eles fazem no Haiti é ocupar, assumir, controlar. O histórico de intervenção norte-americana no país gera desconfianças sobre seus interesses na tal "ajuda humanitária" e até quando pretendem ficar no país.







Como as forças americanas não são submetidas ao comando das Nações Unidas, criou-se um desgaste entre as forças americanas e militares dos diversos países que atuam no Haiti - que acusam os EUA de novamente "ocuparem" o Haiti e tumultuarem operações complexas, como o resgate de vítimas.

No mesmo dia do desmbarque cinematográfico, durante a megaoperação de resgate de 80 vítimas soterradas sob os escombros do Hotel Montana, que envolveu quase 150 homens de nove países, o comandante-geral do Exército chileno, general Ricardo Toro, desabafou com a equipe brasileira. "Os americanos não dão mais palpites aqui e acabou-se a confusão. Quem manda aqui sou eu", disse o chileno.

Os EUA afirmam que a principal missão dos soldados é humanitária, para participar e ajudar a proteger a enorme operação internacional de ajuda às vítimas do terremoto. No entanto, comandantes americanos também têm dito que estão preparados para impor a segurança na capital, caso necessário.

A irritação disfarçada da ONU


Oficialmente, panos quentes. Nos bastidores, uma guerra. A operação americana no Haiti tem causado desconforto ONU e a entidade é agora obrigada a declarar que o país ainda é "um Estado soberano". Quase 70% do orçamento da ONU para o Haiti vêm de Washington e é a bandeira americana que está hasteada no aeroporto de Porto Príncipe.

Um dia antes, o ministro da Cooperação do presidente Nicolas Sarkozy, Alain Joyandet, protestou na ONU e exigiu que os EUA esclarecessem seu papel no Haiti. "Precisamos ajudar o Haiti, não ocupá-lo", disse. A forma de trabalhar dos americanos irritou, já que estão atuando como se estivessem em um local em guerra.

A ação mais criticada foi a decisão americana de lançar alimentos de helicópteros em algumas regiões, como se o desembarque fosse perigoso. Para a ONU, a imagem que isso passa é a de que a ajuda internacional não tem coragem de ir ao encontro das vítimas.



"Os americanos não estão no Haiti, mas agem com a presunção de que conhecem muito o país", diz um oficial brasileiro, que pede para não ser identificado. "Pedimos a eles, por exemplo, que não realizem operações humanitárias jogando comida de helicópteros porque isso só cria violência e estresse entre a população de desabrigados", completa.

Segundo ele, a maneira correta é organizar distribuições por terra com esquema de segurança, usando mulheres para distribuir os alimentos porque, no Haiti, a figura feminina é respeitada como símbolo materno.

Posando para a mídia


"A insistente tentativa das equipes dos EUA de funcionar como comando em todas as operações é extremamente desgastante. Poucas missões ocorrem sem bate-bocas. E o que é pior: em operações de resgate de sobreviventes, eles insistem em assumir na hora da retirada da pessoa, para que a mídia possa flagrar o momento", conta um militar do México.


Da parte do governo haitiano, se é que se pode dizer que há governo no Haiti,  a ordem dada foi a de que todo os seus diplomatas pelo mundo insistissem que o governo existe e não há conflito diante da presença militar americana. "Muita gente falou que o governo desapareceu. Não é verdade", afirmou o embaixador do Haiti na ONU, Jean Claude Pierre.

Sobre a bandeira americana que tremula no aeroporto da capital, Pierre tem uma explicação. "Isso foi um acordo entre nosso governo e os americanos. Não temos Exército e precisamos de soldados", disse.

Aeroporto Controlado

Além dessa presepada cinematográfica que os estadunidenses adoram, desde domingo (17), o representante dos Estados Unidos no Haiti, o ex-presidente Bill Clinton, ordenou que o aeroporto fosse evacuado, só permitindo a presença de militares e de funcionários estadunidenses. A justificativa foi a manutenção da ordem.


A prioridade no aeroporto, desde então, passou a ser o embarque dos estadunidenses que vivem no Haiti. Eles representam a maior comunidade estrangeira no país. São 45 mil pessoas, e grande parte delas quer deixar o país.

Quinta-feira (21), jornalistas e representantes de organizações de ajuda humanitária e equipes de salvamento que ocupavam uma ampla ala entre as pistas de aterrissagem e a sede provisória da Minustah foram desalojados, enquanto a fila de haitianos e de pessoas de outras nacionalidades que pretendiam sair do país dava várias voltas na entrada do aeroporto.

Louis Billy era um dos haitianos que estavam na fila à espera do embarque. O destino era o que parecia menos importar a ele. “Quero sair daqui, preciso trabalhar para sustentar a minha família, que agora é só esta menina aqui”, mostrava ele. Billy disse que sua mulher morreu no terremoto e que perdeu sua casa

“Quero ir, não importa para onde. Não há mais o que fazer no Haiti”, disse outra haitiana, Évise Evariste, que está desempregada.

Os dois, certamente, ainda estão em solo haitiano.
Quinta-feira (21), a polícia federal norte-americana só permitia o embarque de seus nacionais com passaporte. Uma haitiana com o visto de permanência nos Estados Unidos, o Green Card, não pôde nem entrar no aeroporto. Foi barrada pela polícia norte-americana já na entrada do Toussaint Louverture, nome que homenageia o líder negro herói da independência do país.

Apenas um voo comercial continua operando desde o aeroporto. É uma aeronave da American Airlines que mantém uma linha diária com Miami.

Eu particularmente, sou de opinião que em uma situação como a que vive o Haiti, qualquer ajuda é bem-vinda! Porém diante do histórico dos EUA com o Haiti e outras nações não posso deixar de sentir um arrepio diante das possibilidades.
Se somarmos a tudo isso a forma arrogante como os americanos vem agindo, sem respeito pelas autoridades já presentes no país, como a ONU e a Missão de Paz dirigida pelo Brasil, posso até errar, mas a Águia do Imperialismo Americano está vendo na possibilidade de ocupação do Haiti, razões que só Deus sabe!

                                Montagem com fotos de crianças do Iraque


Já assisti a este filme antes!




Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Brasileiros mortos no Haiti.


Atualizando as informações transmitidas nesta manhã, a propósito da tragédia ocorrida no Haiti, o Comando do Exército informa que o número de vítimas entre os militares brasileiros é o seguinte:
Foram confirmados os óbitos de 10 (dez) militares do BRABATT:
- 1º Tenente BRUNO RIBEIRO MÁRIO;
- 2º Sargento DAVI RAMOS DE LIMA;
- 2º Sargento LEONARDO DE CASTRO CARVALHO;
- Cabo DOUGLAS PEDROTTI NECKEL;
- Cabo WASHINGTON LUIS DE SOUZA SERAPHIN
- Soldado TIAGO ANAYA DETIMERMANI; e
- Soldado ANTONIO JOSÉ ANACLETO, todos do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena-SP.
- Cabo ARÍ DIRCEU FERNANDES JÚNIOR e Soldado KLEBER DA SILVA SANTOS; ambos do 2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em SANTOS-SP.
- Subtenente RANIEL BATISTA DE CAMARGOS, do 37º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lins-SP.
Um militar da MINUSTAH:
- Coronel EMILIO CARLOS TORRES DOS SANTOS, do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília-DF.
Além disso, encontram-se desaparecidos 04 (quatro) militares que estavam no Quartel da MINUSTAH (Hotel CRISTOPHER) e mais 03 (três) sob escombros, não localizados no Ponto Forte 22 (Casa Azul), próximo ao bairro Cite Soleil.
Há 07 (sete) feridos em atendimento no Hospital Argentino da MINUSTAH e 02 (dois) outros militares foram evacuados para a República Dominicana.

Além dos militares, foi confirmada a morte da coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns.



"A morte de Zilda Arns deixa milhões de órfãos no Brasil. Não só os integrantes de sua família, mas também os muitos filhos adotados por ela em seu trabalho na Pastoral da Criança e na Pastoral do Idoso", afirma o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, em nota à imprensa.
"Zilda Arns tornou-se sinônimo de doação em sua luta pelos mais carentes, em seu combate diuturno à mortalidade infantil e na busca pela melhoria da vida do povo."
Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!

Terremoto no Haiti.


Um forte terremoto, de 7,3 graus de magnitude, sacudiu nesta terça-feira o Haiti, destruindo vários prédios em Porto Príncipe, incluindo o Palácio Nacional e a Catedral, informaram diversas fontes.
"O Palácio Nacional, os ministérios das Finanças, Trabalho, Comunicação e Cultura, o Palácio da Justiça e a Escola Normal Superior" caíram, disse um jornalista da TV Haitipal por telefone de Porto Príncipe.

O prédio do Parlamento e a Catedral de Porto Príncipe também desabaram, segundo a mesma fonte.

Outro jornalista revelou que as comunicações internas estão interrompidas.

Até o momento, o Ministério da Defesa, confirmou a morte de 4 militares brasileiros, pertencentes a missão de paz da ONU, que é militarmente dirigida pelo Brasil, criada em 2004 pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas para restaurar a ordem depois da violenta derrocada e saída do país do presidente Jean Bertrand Aristide.

O Haiti é um dos países mais pobres e violentos do mundo!








Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Índios já previam tragédia em Angra.


Tente, eu não consegui...
Experimente ficar mais de cinco minutos em frente a sua televisão e não ouvir alguma "novidade" sobre a catástrofe em Angra dos Reis.
Mas será que tudo isso foi mesmo tão surpreendente e inesperado?

Após o descobrimento oficial da costa brasileira por Cabral, em 1500, a coroa portuguesa enviou ao Brasil uma esquadra composta por três navios, para mapear e desbravar o litoral do novo continente.
A esquadra comandada pelo navegador português Gonçalo Coelho entrou na baía da Ilha Grande no dia 6 de janeiro de 1502. Era dia de Reis e por esse motivo batizou-a Angra dos Reis.
Na época, a região era habitada pelos índios goianases chefiados pelo Cacique Cunhambebe.


Os indígenas já chamavam essa região de Itaorna, que significa "pedra podre".
Em Angra dos Reis até hoje, existe uma praia e um pico com o nome de Itaorna.
Ou seja, os primitivos habitantes da região já sabiam que não era seguro construir nada aos pés daquelas lindas "pedras podres".

Mas o tempo passou, e o homem branco com toda a sua ciência e ganância, invadiu literalmente regiões onde nem os índios se atreviam a habitar e plantaram pousadas e mansões com o aval do seu pseudo-conhecimento!

Mas a natureza não respeita diplomas, nem pára diante de qualquer contenção, por mais que ela esteja de acordo com os manuais de engenharia!


E as vítimas são jovens, seus pais, toda a nação que iniciou o ano sensibilizada com a tragédia, anunciada há mais de 500 anos pelos nossos antepassados indígenas.

Os únicos que não parecem sensibilizados são nossos políticos.
É só dar uma aprofundada no assunto e saber quem anda distribuindo o aval para construção de imóveis em encostas de Angra. 

Não dá pra entender!

Share/Bookmark
Não serão publicados comentários anônimos, nem ofensivos! Se quiser comentar, mostre sua cara, seja educado e coerente!!